Category: Como vender melhor

Como realizar as suas metas mais desafiadoras

Com certeza você conhece pessoas que conseguem realizar grandes objetivos. São pessoas que você admira tanto pelo comportamento quanto pelos resultados que já conquistaram em diversas e diferentes esferas da vida. Talvez você já tenha parado para pensar em COMO elas conseguem atingir níveis tão elevados de sucesso. COMO ISSO É POSSÍVEL?

Como determinado executivo consegue tem um relacionamento maravilhos com seus filhos e ao mesmo tempo realizar as metas mais ousadas da empresa onde trabalha?

Como um casal consegue superar todos os problemas da vida sentindo-se cada vez mais unidos, amados, protegidos e respeitados um pelo outro?

Como apenas algumas pessoas consegue utilizar ferramentas de marketing digital como se estivessem passando manteiga no pão e conquistarem um faturamento que você levaria décadas de trabalho para conquistar? Como?

Se você quer saber mais sobre as 3 coisas que você precisa fazer para REALIZAR os seus objetivos, assista o SINAPSES VIRGENS #1 – em busca de conexões nervosas com você

Neste vídeo você vai aprender quais são estas 3 coisas e qual é a proporção que você deverá aplicar em cada uma delas.

APERTE O PLAY E VAMOS NOS CONECTAR!

Como começar a usar as mídias sociais para aumentar o faturamento do seu restaurante

Uma das principais dúvidas que eu recebo quase que diariamente de pessoas que possuem ou trabalham em redes de restaurantes é como usar as mídias sociais para aumentar as vendas.

Está cada vez mais claro que Facebook e Instagram estão ganhando cada vez mais espaço,  juntamente de programas de fidelidade em aplicativos para celulares ( Apps),  além do Foursquare e Trip Advisor. Eeste último,  ganhando cada vez mais adeptos pelo fato de estar integrado com a plataforma Multiplus, gerando pontos para quem participa e que podem ser convertidos em milhas de companhias aéreas.

Organizei 3 perfis, onde eu mostro o que se precisa avaliar na hora de realizar este tipo de investimento. Confira:

 

#1 – NÃO USAMOS A INTERNET PARA NADA E QUEREMOS COMEÇAR A USAR

O principal a se pensar é que hoje as mídias sociais são um canal de atendimento. Pessoas que são clientes ou não, irão entrar em contato através das suas mídias sociais e você deverá responder isso. Continue lendo 'Como começar a usar as mídias sociais para aumentar o faturamento do seu restaurante'»

Marketing Digital e o que fazer para vender melhor

Marketing Digital tem como um dos seus pilares principais a produção, publicação e indexação de conteúdo nos mecanismos de busca. Ao longo destes mais de 5 anos eu escrevi diversos posts sobre o que fazer para vender melhor usando entre outras ferramentas, blogs e marketing de conteúdo. Eu listei alguns posts que considero relevantes para estes temas abaixo: Continue lendo 'Marketing Digital e o que fazer para vender melhor'»

Palestra sobre Negócios na Internet

Pessoal, para quem foi na palestra que aconteceu em outubro na Saraiva do Shopping Iguatemi, aqui estão os slides.

Para quem não foi, além dos slides abaixo, leia o artigo

Perguntas sobre Marketing Digital e Lojas Virtuais para você se fazer antes de investir nisso

Marketing Digital – Pergunte o que você quer saber

Marketing Digital na atualidade é uma das atividades de marketing que mais está em evidência, assim como SEO ( melhores práticas para aparecer em boas posições nos resultados de busca ). Mas, o fato é que não há mais separação entre Marketing Digital e Marketing Tradicional ou Marketing Digital e Qualquer outro Marketing.

Se você ainda divide seu negócio entre a Loja Física e o Site, você está morrendo aos poucos. Agora, tudo é uma coisa só. O mesmo cliente compra e visita seus espaços físicos e virtuais. Não há mais diferentes canais de compra, o canal é único e se você ainda não se deu conta disso, pode ser que seus concorrentes estejam nascendo de forma onipresente onde o site estimula a visita na loja e o aplicativo para iPhone ajuda a decidir qual produto comprar junto dos comentários que o cliente lê no Foursquare ou Facebook.

Para de afirmar para você mesmo que ” no seu negócio não é assim que funciona” e assuma o controle desta revolução que já está em andamento e não tem mais volta.

Quais são suas dúvidas sobre esta mudança e sobre esta geração de consumidores que está obrigando você a mudar sua forma de vender? Pergunte! Use o campo de comentários e faça sua pergunta que terei prazer em lhe oferecer a melhor resposta possível.

PERGUNTE AGORA

veja também:

# Dia 19/10 tem palestra gratuita na Saraiva do Shopping Iguatemi Campinas, 18h00
Eu vou falar sobre Negócios pela net: um bom negócio? no Café Filosófico organizado pela Unisal
É de graça e as vagas são limitadas.

5 tarefas de marketing para um restaurante vender melhor

1. Crie um produto único
Este será o seu diferencial na temporada e irá despertar a curiosidade do consumidor

O ser humano gosta de experiências novas, gosta do novo, do diferente. Isso faz as pessoas se sentirem mais vivas, principalmente quando a experiência envolve vários sentidos – paladar, olfato, visão, audição e tato.

Ir jantar em um restaurante é uma dessas experiências multissensoriais. Muitas vezes os potenciais clientes desejam conhecer um estabelecimento novo, com uma decoração arrojada, pratos diferentes e saborosos, mas acaba ficando inibido pela percepção do local ser muito caro ou não ser para o perfil dele.

Por isso é importante que você desenvolva uma categoria de produtos que são únicos e que sejam diferentes. A curiosidade por conhecer estes produtos deverá ser algo tão forte quanto o “medo” de conhecer o restaurante.

Quando o cliente conversar com alguém que foi experimentar o produto, vai ficar interessado, fazer perguntas sobre se foi bom, se o preço vale a pena, se o lugar é legal. Aos poucos ele vai aumentando o desejo de experimentar, principalmente se alguns amigos já experimentaram a novidade.

 

2 – Torne este produto acessível e seletivo simultaneamente.

Este novo produto será o convite de entrada para que o consumidor possa fazer o teste inicial no seu restaurante. A maioria das pessoas leva pelo menos um acompanhante para comer algo. Portanto o preço deve ser convidativo e ao mesmo tempo seletivo – é acessível mas não é para todos.

Na mente do consumidor ele cria a situação de consumo, imagina o quanto vai gastar, se o espaço irá proporcionar uma boa experiência, se o serviço será de qualidade, enfim, cria expectativas e avalia se são condizentes com o preço que irá pagar para.

Por isso, o produto isca deve ser acessível e seletivo simultaneamente – é bom, é uma oportunidade, não é para todos mas é para mim. Esta é a percepção que deve ficar na mente do consumidor após ser impactado pela comunicação.

 

3 – Selecione as mídias  para obter a melhor relação custo / ação
Melhor não significa apenas mais barato. É preciso encontrar o perfil de uma mídia que fale de forma diferenciada e impactante com o seu público-alvo para enviar a mensagem de forma única.

Escolha mídias de amplitude regional, contextualizadas e de alto impacto.

Para ações regionalizadas, placas de outdoor sempre deverão ser cogitadas como canal eficaz de comunicação.

Mapeie a rotina do seu público-alvo e escolha as placas baseando-se nestes passos do dia-a-dia.

Para ações regionalizadas, você sempre deverá lançar mão de ferramentas complementares como o Google Places e o Foursquare, onde a informação divulgada em outras mídias será complementada e melhor detalhada, com a vantagem de poder ser totalmente mensurada em número de acessos, comentários, indicações positivas ou negativas e até mesmo cadastros de usuários.

Por isso a melhor relação custo / ação será obtida quando se envolve uma mídia de amplo alcance com a internet, onde se mede as ações individualmente e produzindo informação detalhada sobre metas e resultados, além do faturamento.

 

 

4 – Comunicação limpa e objetiva e chamando para ação

Tenha em mente que o consumidor terá 3 segundos para ler a placa de outdoor quando não estiver parado em um semáforo.

Por isso a arte deverá ser de alto impacto visual e fazer o consumidor entender o que você está vendendo, se é para ele, quando, onde e como ele compra.

No segmento de alimentação, a foto faz 80% do trabalho. O resto é texto. Por isso tenha em mente que você terá que fazer a produção de alguns testes do prato ou produto que deseja fotografar, e que de preferência seja no seu estabelecimento. Isso será de vital importância no impacto final sobre as vendas.

Depois da foto, o preço é a segunda informação mais importante. Pense no preço ideal para mostrar que é acessível mas não é para todos, assim você irá conseguir segmentar. Preço é um das melhores ferramentas de segmentação de marketing.

Portanto a imagem do outdoor irá mostrar que é algo de qualidade, algo bom e diferenciado. Vai criar uma percepção que irá começar a segmentar o extrato do público que você deseja.

O preço irá mostrar é uma boa oportunidade de experimentar algo novo para que no futuro, em novas ocasiões especiais o cliente conheça um excelente local para jantar novamente.

Assim, em 3 segundos, você deu o primeiro passo para gerar uma percepção adequada para impactar as vendas do seu negócio.

 

5 – Tenha o melhor atendimento do mundo

Muito bem. Nós conseguimos levar clientes para o restaurante. Tenha cuidado para que você não tenha subdimensionado sua capacidade de atendimento, pois agora é hora de você promover a melhor experiência dos últimos tempos para seus novos clientes.

Fazê-los esperar demasiadamente. Não ter o produto anunciado em estoque. Ter poucos garçons atendendo. Estes são pontos cruciais e que irão determinar se estes clientes voltarão mais vezes ou não. Pontos que na maioria das ações promovidas pelos clubes de compra coletiva geram experiências desastrosas – filas gigantes, esperas intermináveis, falta de ingredientes dos pratos divulgados e clientes que só irão voltar em outra ação igual.

Simplesmente você terá que oferecer um atendimento impecável. Assim você estará fidelizando os clientes que foram experimentar seu estabelecimento.

Marketing Digital e o básico que você precisa ter no seu site para ele vender melhor

Marketing Digital é uma palavra que cada vez mais está em evidência. Há muito modismo nisso tudo e a verdade é que o bom e velho marketing, ou pelo menos os seu princípios básicos, continuam sólidos. O que mudou, e de forma avassaladora, foi o jeito de aplicá-los além da velocidade de divulgação e mensuração que a tecnologia e a internet juntas conseguiram imprimir neste cenário.

Mudou tão rápido e em tão pouco tempo que podemos afirmar que hoje há uma parcela da população que são analfabetos digitais 2.0. Estes que antes eram aquelas que não sabiam mexer no word, excell e power point e hoje são  não conseguem usar a internet para tomar decisões de compra, venda ou lugares para frequentar por exemplo.

Muito bem, a apresentação abaixo faz parte da Palestra 10 características de sites que vendem mais. Eu também escrevi um post sobre este assunto.

Quem tiver alguma dúvida ou quiser fazer alguma pergunta sobre a palestra, pode usar os comentários.

Marketing Digital – Meu site tem muitas visitas, mas os usuários não compram meus produtos e serviços

Marketing Digital, Marketing de Conteúdo, Email Marketing, Marketing Direto, Marketing disso, Marketing daquilo…

marketing digital desenvolvimento de sites email marketing e marketing de conteudo

Há uma afirmação cada vez mais sólida no momento atual de marketing: não há mais a separação em marketing digital e marketing off line, ou mídia digital e mídia tradicional. Simplesmente tudo é marketing.  O multicanal abriu espaço para o canal unificado. Internet, mídia tradicional, ponto de venda, tudo está interligado.

Agora, o que liga tudo isso é a internet, e no caso de uma pequena empresa é o site dela. É com ele que a empresa irá mensurar de fato o resultado das ações de marketing digital e tradicional de forma sistemática, automática, produtiva. É você pode fazer isso de formas simples ou de formas complexas,  extremamente na medida da sua necessidade.

Por isso, cada vez mais, cada centavo que você investe em marketing e propaganda pode ser medido em sua eficácia, ou seja, você consegue mensurar quantas visitas se tornam cadastros e quantos cadastros se tornam orçamentos e quantos orçamentos se tornam clientes com um determinado ticket médio de compra.

Você determina exatamente qual foi o custo de cada contrato fechado. Exatamente.

Se você ainda não faz isso ou se simplesmente por comodidade soma todo o investimento feito em marketing ( pesquisa, desenvolvimento de proposta e produto, propaganda, ações para produção de leads, etc… ) e divide pelo número de contratos fechados, ou compras realizadas, pode estar desperdiçando muito dinheiro pois, neste bolo de investimento, em média 30%, não serve para nada, não produziu nenhum lead, nenhum pedido de orçamento, foi apenas custo.

Você fez investimentos em internet, site otimizado para mecanismos de busca, faz links patrocinados, anúncio e fan page no facebook, tudo que está na moda, mas não fecha a venda. Tem visitas, e não tem pedidos de orçamento por telefone ou por e-mail.  Afinal, o que é que está acontecendo?

Veja abaixo 4 características de um marketing meia boca que pode estar afetando o desempenho do seu negócio:

 

1. O site não segue regras básicas de SEO

Não adianta ter o site perfeito em termos de arquitetura da informação , visual e funcionalidades se ele não aparece nas primeiras páginas dos mecanismos de busca como o Google, para termos-chave relacionados com o segmento de atuação do seu negócio.

Se o seu site não obedecer estas regras, você terá que pagar links patrocinados para aparecer em boas posições que geram visitas ao seu site. Isso custa caro. Geralmente para fazer uma campanha de links patrocinados com foco em 1 grande cidade você irá gastar cerca de R$ 30 a R$ 50 por dia para termos-chave com uma boa concorrência. Há alguns termos que podem chegar até R$5,00 o clique enquanto outros ficam entre R$0,50 e R$0,70.

Resumindo, se não otimizar bem o site, somente terá tráfego se investir bastante em links patrocinados e em propaganda impressa.

 

2. O site tem as regras básicas de SEO, mas não tem visitas

Um site que seguiu as diretrizes básicas de SEO estará pronto para conquistar boas posições nos resultados se foi realizado um estudo detalhado de como os usuários buscam na internet o que sua empresa vende.

Não basta estar bem otimizado para a sua marca. É preciso estar bem otimizado para o jeito que os usuários pesquisam na internet. Do contrário, você não irá captar as visitas desta demanda existente e que realiza buscas muito específicas ( long tail) . Para isso é fundamental que o processo de análise do universo de palavras-chave seja feito com ferramentas adequadas, como por exemplo a ferramenta de palavras-chave do Google, aliadas a outros sitemas de desenvolvimento e monitoramento de campanhas de SEO.

Também é comum o cliente achar que já sabe qual é a palavra-chave principal do seu negócio e qual irá gerar visitas no site. Na grande maioria das vezes as palavras-chave intuitivas, que são aquelas que pensamos em primeiro lugar quando avaliamos como se busca na internet o que o a empresa vende, representam uma fração de toda a demanda de busca do seguimento que envolve a palavra-chave, que não necessariamente produzirá tráfego para o site.

É preciso trabalhar variações de sinônimos além de variações mais específicas em todo o conteúdo do site. Além disso é necessário produzir conteúdo único e de alta qualidade para o processo de decisão de compra do cliente.

Por exemplo, é uma regra básica uma página ter o mínio de 300 palavras em seu corpo e a densidade da palavra-chave, ser da ordem de 6%, ou seja, entre estas 300 palavras se deve ter 18 palavras-chave. Para que o texto faça sentido é preciso ter uma escrita racional, com começo, meio e fim e com a distribuição adequada das palavras-chave alvo em parágrafos, posições e formatações específicas no texto.

Também, não deixando de ser muito comum a configuração do arquivo robots.txt estar bloqueando o acesso dos mecanismos de busca ao mapeamento e indexação do site. Esta configuração equivocada pode se dar por desconhecimento ou até mesmo desleixo da empresa contratada para desenvolver o site.

 

3. O site tem SEO e visitas, mas não recebo ligações nem e-mails pedindo orçamento

Começamos aqui a entrar um pouco mais na parte de marketing que diz respeito às responsabilidades do cliente na maioria dos casos.

Para um site converter visitas em resultados, seja o preenchimento de um cadastro, seja a solicitação de um orçamento por e-mail ou uma simples ligação em busca de informações, é preciso organizar a informação do site de modo que o volume de visitas que chega ao site seja orientado por um call to action objetivo, simples e claro.

O call to action  nada mais é do que uma chamada clara orientada para o usuário com a ação que desejamos que ele faça. Clique aqui, peça um orçamento, cadastre-se, preencha o formulário e veja o preço, são alguns exemplos de ações que deverão ser aplicados dentro de um contexto específico com uma formatação visual específica em uma posição específica no seu site.

Esta organização de conteúdo orientada para a ação pode se denominada de Arquitetura da Informação.

Há muita gente picareta no mercado que apenas organiza o conteúdo no site como se fosse um folder impresso.

Este jeito de fazer marketing é da época dos dinossauros. O que manda hoje em dia é o conteúdo focado na solução dos problemas do seu cliente.

Você deve contar quais são os problemas que você deseja resolver e detalhar o perfil de quem tem estes problemas. Você deverá deixar claro o que o usuário precisa ter ou ser capaz de fazer para conseguir usufruir ao máximo o que você tem para oferecer. Você deverá deixar claro as faixas de preço que você trabalha ( se não quiser colocar isso no site, diga suas faixas de preço na primeira ligação ) para economizar o seu tempo e o tempo do seu cliente.

Podemos resumir 10 características de sites que vendem melhor e são grandes máquinas de produção de demanda qualificada, interessada em comprar o que você faz e vocês podem encontrar mais sobre este tema em um artigo específico sobre isso no meu blog de marketing digital.

 

4. Meu site tem SEO, visitas, contatos de orçamentos mas não gera vendas.

Se todas as etapas anteriores foram bem feitas, é muito provável que a empresa não tenha um bom diferencial. Por conta disso acaba entrando em guerra de cotações de preço, pois o cliente não percebe por que valerá apena pagar mais pelo serviço ou produto oferecido.

Não tem marketing digital nem site otimizado que resolva o problema!

É preciso trabalhar o produto, entender as reais necessidades do cliente final, a faixa de preço que o público-alvo aceita pagar pelos benefícios oferecidos e claro, entender qual é o diferencial competitivo da empresa, produtos e serviços.

É preciso ter muito claro o que somente sua empresa consegue oferecer e qual é o valor que merece ser pago por isso.

Se está difícil de você entender qual é este diferencial na sua empresa, o seu negócio terá como único diferencial a guerra de preço e quando se trata de guerra de preços sempre tem um cara afim de quebrar a empresa antes de você.

Por isso, se você tem demanda e não fecha vendas, seu portifólio está com produtos e serviços que não estão adequados às necessidades do público-alvo que você considera adequado, ou pelo menos gostaria de atender.

Marketing é o que se faz para vender melhor

Se você não está vendendo melhor, você não está fazendo marketing. Ponto.

Quais são os problemas que você quer resolver e quem tem estes problemas?

Dos que tem estes problemas, quantos estão dispostos a pagar o valor pela forma que você resolve estes problemas?

Qual é o valor que você irá cobrar por resolver estes problemas?

Porque quem decidiu comprar o que você faz escolheu você e não o seu concorrente?

Se você não tem estas respostas de forma clara e objetiva em sua mente, você não tem marketing na sua empresa.

Aposto que seu concorrente tem.
Por isso, você está esperando o que para obter estas respotas?
O seu cliente te contar?
É melhor você esperar sentado…

Marketing Digital e 7 itens para avaliar antes de lançar sua loja virtual

Marketing Digital e os Processos de uma Loja Virtual

Uma loja virtual possui diversos processos chave. Alguns podem ser internalizados, outros trazem ganhos ao serem terceirizados. Cada caso deve ser avaliado separadamente pois vários detalhes podem mudar de empresa para empresa, e vários fatores são fundamentais nessa decisão.

marketing digital investimento loja virtual comercio eletronico

Assim como qualquer outro canal de vendas, o e-commerce tem suas peculiaridades, seus controles e investimentos. O primeiro passo sempre é o entendimento de tudo o que é necessário para que o planejamento seja executado dando vida a uma loja lucrativa.

Os processos de uma loja virtual podem ser divididos em alguns grandes blocos:

1. Tecnologia de uma loja virtual ou e-commerce

A Plataforma tecnológica é um dos principais pontos para avaliar em um projeto de loja virtual ou e-commerce. Além disso, escolher a melhor plataforma, a mais completa, muitas vezes não é sinônimo de sucesso. Isso porque de nada adianta ter o melhor sistema, o mais caro, mais atualizado, mais tudo se a empresa ainda não consegue extrair o máximo desta plataforma, ou nem mesmo conseguiu organizar os códigos de referência de cada produto.

O investimento inicial em plataformas de alto desempenho é da ordem de R$ 80.000 para mais, no que diz respeito ao desenvolvimento de uma loja personalizada, o que pede um volume de pedidos alto desde o início para que se tenha o retorno sobre o investimento. Por isso proponho que o pequeno varejista, ou pessoas que estão pensando em começar seu negócio com um investimento mais modesto, decidam usar plataformas mais simples até que o negócio on-line tome corpo e gere um faturamento que financie a evolução da plataforma.

Para o investimento em uma plataforma open source, ou até mesmo em sistemas prontos, onde você paga um valor mensal da ordem de R$500,00, você investirá algo na ordem de 10 a 15% do valor de uma plataforma de ponta personalizada para desenvolver a sua loja com uma quantidade incial de produtos considerável – cerca de 100 itens por exemplo.

  • Veja abaixo, todos os itens que deve-se levar em conta para a gestão da parte de tecnologia:
  • Desenvolvimento e ativação do site e plataforma de gestão
  • Manutenção e atualizações de produtos e informações
  • Integração da plataforma com dados em tempo real de estoque, preços e cadastro
  • Evolução da tecnologia e da capacidade de personalização do sistema
  • Hospedagem
  • Monitoramento de dados, painel de controle
  • Controle e gestão de risco

2. Logística em uma Loja Virtual e E-commerce

A parte de logística é fundamental para a credibilidade da sua loja virtual. É neste momento que as expectativas do cliente começam a tornar-se realidade e falhas nestas etapa podem destruir a credibilidade do seu negócio. Neste ponto não basta apenas ter um contrato com os correios ou transportadoras. Veja abaixo todas as etapas que você terá que avaliar para garantir a competitividade em prazos, entrega e até mesmo devoluções:

  • Estoque
  • Controle de Entrada e Saída de Mercadorias
  • Armazenagem
  • Preparação de Pedidos e Embalagem
  • Transportadoras
  • Acompanhamento de pedidos
  • Política de Troca

Para lojas de calçados e roupas, chamo a atenção para a política de troca. Este é um dos principais fatores de decisão de compra no segmento de moda e de calçados. Se este item não for tratado com a devida atenção, poderá se tornar o gargalo de vendas, impedindo o crescimento do negócio on-line ou até mesmo, gerando prejuízo na operação de venda destes itens.

Por isso a estratégia inicial para o pequeno varejista deste segmento é desenvolver um processo de compra on-line onde o cliente efetua o pagamento, escolhe o produto e recebe no modelo de delivery dentro da região de atuação da loja ou um esquema de retirada dos pedidos no balcão da loja, como por exemplo faz a Casas Bahia.

O fato de ir à loja, estimula a compra de mais algum item, como acessórios ou outros produtos. Indico fortemente que o negócio on-line deverá estimular as visitas em loja física, quando a empresa possui pontos comerciais. Todos os canais de venda devem ser tratados como complementares e não como concorrentes.

3. Marketing Digital e estratégia comercial em uma loja virtual e e-commerce

Esta parte do comércio eletrônico é muito semelhante às lojas físicas, porém a grande diferença deverá ser a facilidade de aplicação com base na plataforma. Quanto mais evoluídas as plataformas, mais funcionalidades. Porém, para começar, você irá usar uma plataforma mais simples, onde muitas funcionalidades não estarão presentes e precisarão de interação humana ou utilização de outros softwares não integrados com o sistema de comércio eletrônico.

  • Definição do Mix de produtos
  • Negociação de preços e taxas nos meios de pagamento
  • Determinação correta de preços para garantir a lucratividade da operação
  • Ativação e controle de promoções e campanhas de desconto
  • Programas de fidelidade
  • Programas de Afiliados
  • Cadastro de clientes e segmentação de clientes

4. Marketing Digital, geração de leads e taxas de conversão

O site não vai trabalhar sozinho para você. Não é porque você publicou a loja e tem alguns milhares de seguidores no Facebook que terá um grande volume de visitas. Você precisará determinar qual é o perfil do seu público-alvo e qual é o hábito de consumo dele na internet.

Se ele prefere comprar o produto que você vende na loja física e usa a internet apenas para aprender sobre o produto e pesquisar preços ou se o cliente usa a loja física para escolher os produtos e aprender mais sobre eles e depois usa a internet para comprar no lugar mais barato.

Indico que o ínicio da operação envolva a loja física. O site deverá ser formatado sempre para estimular a frequência na loja. O ponto fraco é que o comércio eletrônico desta forma irá tornar-se muito mais regional do que nacional. Porém esta estratégia de fortalecimento local irá proporcionar um maior ticket médio e resolverá boa parte do problema de trocas, pelo menos nos primeiros 2 anos de operação.

As principais tarefas de marketing e propaganda online serão:

  • Campanhas off line
  • Campanhas on line em veículos digitais
  • Links patrocinados
  • Webdesign
  • Métricas
  • Fotos de produtos
  • SEO
  • Link Building

5. Marketing digital e Atendimento

Da mesma forma que você precisa ter atendimento em lojas físicas, você precisa ter atendimento em lojas online. Isso implica em manter um histórico de atendimento no cadastro dos clientes, bem como na realização de vendas por telefone, assim como solução de problemas de pedidos, entregas, trocas e atendimento de dúvidas e informações.

  • SAC
  • Televendas
  • Retaguarda ( acompanhamento de pedidos )

6. Marketing Digital e as Linhas de Crédito

Neste ponto, utilizando serviços como o Pag Seguro do UOL, ou Pay Pal Brasil você fará uso de diversos serviços de análise e liberação de pagamentos parcelados no cartão de crédito, análise de risco de fraudes e sistema de troca de devolução de valores no caso de desistência de compra dentro do que rege os direitos do consumidor.

No caso do Pag Seguro do UOL você irá pagar uma taxa da ordem de 4 a 6% + R$0,40 por transação realizada e receberá o valor, na prática entre 16 e 18 dias após a efetivação do pagamento, seja boleto ou cartão. As taxas dependem de volumes e frequência de faturamento. As taxas no Pay Pal são muito semelhantes e este gateway de pagamento é um pouco menos burocrático do que o  Pague Seguro.

Além disso, você deverá ter um setor responsável por avaliar a liberação dos pagamentos para que possa liberar a separação e envio do pedido realizado pelo site. Este processo necessita de interação humana.

Os itens deste grupo são:

  • Análise de Crédito
  • Recuperação
  • Conciliação

7. Marketing Digital e Comércio Eletrônico: A sinergia é o segredo

O sucesso do comércio eletrônico é o resultado da sinergia entre todas as áreas. Algumas empresas apresentam todas as competências necessárias, outras se restringem a algumas operações. Efetivamente, a grande maioria do mercado varejista foca seus esforços em manter excelência em suas competências de origem: COMPRA e VENDA de mercadorias.

O grande desafio de uma loja virtual, é suplantar todas as estratégias comerciais em uma plataforma tecnológica, afinal é um canal de vendas pela Internet. Assim como uma loja convencional, existem todas as garantias de disponibilidade, de que os vendedores estejam treinados, os produtos disponíveis, a expedição libere os pedidos rapidamente, as vitrines estejam sempre atualizadas, as promoções toquem o consumidor, e o gerente esteja de olho na concorrência.

Tecnologia, realmente, representa todo o ‘sistema circulatório’ do e-Commerce. Se a loja ficar 1 hora parada os prejuízos são enormes, as vendas param de acontecer, o consumidor tem uma péssima percepção da marca e todo o processo fica comprometido.

Além disso, uma loja virtual não é um canal limitado e há diversas formas e integrações entre legados e terceiros. Desde uma simples consulta de estoque, que deve ter suas regras de atualização e consolidação até a integração com meios de pagamentos, operadores logísticos e sistemas de atendimento, monitoramento de pedidos.

Marketing Digital ajuda a reduzir o tempo de venda de produtos e serviços B2B

Marketing Digital

Cada vez mais temos nas empresas profissionais especializados em “brifar”. Este profissional tem um perfil generalista e não possui conhecimentos profundos sobre o que precisa contratatar dentro do seu setor, equipe ou time.

Por isso são contratadas diversas empresas que atuam no segmento B2B para atender e principalmente explicar como deverão ser realizados os investimentos necessários para atingir objetivos propostos pelos generalistas que estão dentro dos clientes.

Além disso, há a concorrência de verba entre departamentos de uma mesma empresa, onde marketing precisa investir em comunicação enquanto TI precisa informatizar o processo de produção e o RH ou Gestão de Pessoas como gostam de ser chamados precisam investir em treinamento e capacitação num contexto onde não se encontra mão-de-obra qualificada para conseguir crescer.

Outro fator chave é que as decisões são colegiadas e não mais isoladas, onde todos estes departamentos em mais alguns irão levantar dúvidas e questões sobre a prioridade e necessidade de cada investimento.

dicas para seu site virar uma maquina de vendas

Site da Eletro Máquinas desenvolvido por Kobal Marketing digital.
Empresa forte no segmento B2B para geradores de energia

 

Onde entra o site da empresa nesse contexto nada animador?

Além das 10 principais características que um site deve ter, explicadas rapidamente no artigo “10 características dos sites que vendem mais e melhor”, um ponto fundamental é o site da sua empresa ter vários artigos baseados em todas as dúvidas presentes no processo de decisão de quem contrata serviços B2B.

Estes artigos deverão estar publicados em um blog, dentro do site da empresa. Este blog deverá seguir as principais diretrizes de SEO – das mais básicas, como ter urls amigáveis, até as mais atuais que vinculam o conteúdo publicado a um perfil do Google Plus, para evitar problemas de conteúdo duplicado na internet e direitos autorais.

Separe as principais dúvidas dos clientes em grupos de problemas e comece a produzir conteúdo. Se você não tem pessoas na sua equipe de marketing capazes de realizar isso, você poderá contratar profissionais especializados, que baseados em algumas conversas com sua equipe de vendas, funcionários e até clientes, irão produzir conteúdo de qualidade para publicar no seu blog.

 

Entre os principais problemas e dúvidas comuns em todo processo de decisão de compra você irá encontrar:

- Qual é a tecnologia mais atual para oferecer o resultado que precisamos?

- Quais são as tendências na evolução desta tecnologia?

- Como este investimento irá aproveitar os investimentos já realizados anteriormente para que eu não tenha que “jogar tudo fora”

 – Que tipo de treinamento minha equipe precisa receber para utilizar plenamente os recursos deste novo investimento

- Como este investimento irá impactar positivamente todas as áreas da organização.

- Quais problemas de cada área este investimento ajudará a resolver

- Quais são os principais problemas no processo de implantação, instalação ou lançamento

- Quais são as garantias existentes e o que elas abrangem e em quais condições?

- Quais são as faixas de valor para este tipo de investimento e como eu consigo migrar para soluções mais completas ou novos módulos e atualizações?

Podemos listar mais um monte de questões que irão ser debatidas no processo de decisão até que o investimento torne-se prioridade na agenda do seu cliente, em relação a outros investimentos.

Se você tem estes artigos publicados no seu blog, além de poder ser encontrado através de pesquisas no Google e internet, você poderá usar os mesmos para capacitar sua equipe de vendas para estar apta em argumentações com clientes, além de poder enviar diretamente os artigos por e-mail para eles, o que permite um compartilhamento mais imediato entre todos os envolvidos.

Quanto mais dúvidas o seu site responder claramente, mais pronto o seu cliente estará para comprar o que você quer vender e principalmente dentro da faixa de preço que na qual você quer vender.